YouTube bloqueia imprecisÔes do COVID-19

YouTube COVID-19: As publicaçÔes sobre COVID-19 que contradizem a Organização Mundial da SaĂșde serĂŁo removidas para evitar desinformação e confusĂŁo.

Segundo a executiva-chefe da agĂȘncia, Susan Wojcicki, esta Ă© uma tentativa de eliminar notĂ­cias e informaçÔes que nĂŁo foram confirmadas e nĂŁo tĂȘm base na medicina. “Alguns exemplos dessa polĂ­tica violada sĂŁo: ‘Tome vitamina C, tome açafrĂŁo, eles vĂŁo curĂĄ-lo'”, disse ele Ă  CNN. Wojcicki tambĂ©m observou que houve um aumento de 75% na busca de notĂ­cias de fontes autorizadas.

YouTube bloqueia imprecisÔes do COVID-19

Na mesma linha, o Facebook anunciou que os usuĂĄrios que interagirem com conteĂșdo inapropriado sobre o COVID-19 serĂŁo notificados com uma mensagem de aviso emergente, que os incentivarĂĄ a visitar o site da OMS (um site que contĂ©m atualizaçÔes vĂĄlidas).

O aplicativo WhatsApp, de propriedade do Facebook, impede que os usuĂĄrios compartilhem mensagens que jĂĄ foram compartilhadas mais de 4 vezes em vĂĄrias conversas.

Essa ação das mĂ­dias sociais tambĂ©m foi recompensada pelo secretĂĄrio de Cultura do Reino Unido, Oliver Dowden: “Presto homenagem ao trabalho realizado pelas mĂ­dias sociais”. Ele tambĂ©m pediu que reduzissem as imprecisĂ”es encontradas durante os perĂ­odos fora do horĂĄrio comercial, como tardes e fins de semana.

YouTube COVID-19: Por parte da mĂ­dia

Segundo o Financial Times, os maiores editores do Reino Unido, como o Daily Telegraph e o Guardian, culparam o Google por sua falta de transparĂȘncia na filtragem de anĂșncios relacionados ao COVID-19.

Muitas empresas usam filtros para impedir que notĂ­cias indesejadas apareçam, como anĂșncios de fabricantes de automĂłveis ao lado de anĂșncios de acidentes de trĂąnsito.

No entanto, alguns meios de comunicação consideram histĂłrias ameaçadoras e atĂ© refrescantes de interesse humano, como resultado das quais tambĂ©m sĂŁo excluĂ­das das plataformas. Vale ressaltar que, segundo estimativas, o custo mĂ©dio de restrição de tais anĂșncios para a imprensa britĂąnica seria de US $ 50 milhĂ”es. A resposta do Google ao Financial Times foi “Estamos tentando encontrar soluçÔes para os setores neste momento difĂ­cil”.