Sony: Em 10 anos, os videogames lerão nossas emoçÔes

Dez anos nĂŁo Ă© pouca coisa para a tecnologia e, especialmente, para os jogos – compare os jogos de hoje com tĂ­tulos como Grand Theft Auto III ou Alien vs. Predador 2 de 2001. Ao mesmo tempo, no entanto, dez anos Ă© um <
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horizonte lógico para um jogador, e é possível experimentar momentos de filmes de ficção científica. Em particular, sistemas e jogos podem interpretar nosso humor lendo a linguagem corporal.

Como vocĂȘ pode ver, esse desenvolvimento teria aplicativos incrĂ­veis. Imagine, por exemplo, um jogo policial no qual o sistema pode dizer se o jogador estĂĄ mentindo, pela sua cara. Ou a integração desse sistema Ă s mĂ­dias sociais, para que o Ă­ndice de nosso humor seja automaticamente definido pelo que o sistema lĂȘ de nossa expressĂŁo.

Isto nĂŁo Ă© uma coincidĂȘncia. Eles vĂȘm dos lĂĄbios de Shuhei Yoshida, chefe da Sony Worldwide Studios e Mike Hocking, diretor sĂȘnior da Sony Worldwide Studios.

Essencialmente, o objetivo Ă© que o jogador participe do jogo como ator, e nĂŁo como um simples operador. Isso nĂŁo apenas o envolverĂĄ mais no tĂ­tulo, mas o sistema tambĂ©m poderĂĄ ler os movimentos inconscientes do jogador e ajustar a experiĂȘncia de acordo.

Ainda nĂŁo hĂĄ anĂșncios oficiais para a Sony testar esse sistema, mas, para ser anunciado pelos principais executivos da Gamescom, nĂŁo Ă© preciso dizer que eles o desenvolveram como uma idĂ©ia e certamente estĂŁo dispostos a segui-lo.

E nĂłs, jogadores, Ă© claro, precisamos pensar seriamente se queremos que um computador saiba exatamente como nos sentimos o tempo todo.