RINA: Duas prisões e quatro casos de pornografia infantil

A Diretoria de Promotoria do Crime Cibernético conduziu buscas direcionadas, codinome “RINA”, em colaboração com autoridades estrangeiras para combater a pornografia infantil.

(2) nacionais foram presos e processos criminais regulares foram instaurados contra (4) mais nacionais. luzes de polícia RINA RINA

A Diretoria de Processos Cibernéticos, no contexto da realização de uma investigação direcionada com o codinome “RINA”, em colaboração com autoridades estrangeiras, para investigar pornografia infantil, investigou um caso relevante.

Dois (2) nacionais, com idades entre 32 e 38 anos, foram presos em conexão com o procedimento espontâneo, enquanto processos regulares foram instaurados contra quatro (4) mais cidadãos, com idades entre 24, 30, 37 e 50.

A investigação do caso começou após uma busca direcionada na Internet (RINA), em colaboração com autoridades estrangeiras, em uma rede de compartilhamento de arquivos P2P, pela posse e tráfico de material pornográfico infantil. Em particular, a auditoria online focou na gravação de traços eletrônicos de indivíduos que possuíam e tinham um arquivo específico de pornografia infantil para compartilhar.

A auditoria revelou sete (7) rastreamentos eletrônicos, correspondentes a seis (6) usuários no território grego e especificamente a assinantes de empresas de serviços de Internet e telefone.

Uma investigação digital minuciosa e análise dos dados e dados do caso foram realizadas pela Diretoria do Ministério do Crime Cibernético. Foi emitida uma ordem e o parlamento para levantar o sigilo das comunicações e correspondência com os provedores competentes de serviços de internet e telecomunicações, a fim de verificar os administradores-detentores dos rastros eletrônicos disputados.

Durante o período de 18 a 25 de junho de 2015, foram realizadas investigações legais em áreas das prefeituras de Pella, Magnésia, Etoloakarnania, Ática e Salônica nas casas dos seis (6) envolvidos.

Investigações encontradas e confiscadas:

  • Dois (2) laptops

  • Seis (6) discos rígidos internos

  • Um (1) computador.

  • A evidência digital confiscada será enviada à Diretoria de Investigações Criminológicas para os testes laboratoriais apropriados.

    Os presos, com o caso contra eles, são levados ao Ministério Público competente. Procedimentos regulares no caso serão devidamente arquivados.

    Recorde-se que os cidadãos podem entrar em contato, anonimamente ou com a marca, com a Diretoria de Processamento de Crimes Cibernéticos, a fim de fornecer informações ou relatar atos ou atividades ilegais ou repreensíveis realizadas pela Internet, com os seguintes detalhes de contato:

  • Por telefone: 111 88

  • Através do aplicativo para smartphones com ios – sistema operacional android: CYBERKID

  • Via Twitter “SOS Cyber ​​Alert Line”: @cyberalertGR