PPC Um caso de espionagem industrial foi investigado pela internet

COMUNICADO À IMPRENSA A Diretoria de Processos Cibernéticos (PPC) investigou um caso de “espionagem industrial” via internet.

Uma ação regular foi movida contra um cidadão de 50 anos por fraude no computador e quebra do sigilo de cartas.

Uma empresa foi apresentada por uma empresa que atua no fornecimento de serviços de internet, informações e publicidade para interceptação de informações confidenciais.

PPC  Um caso de espionagem industrial foi investigado pela internet

A Diretoria de Processos Cibernéticos (DIE) lançou um caso de “espionagem industrial” e entrou com uma ação regular contra um homem de 50 anos por fraude no computador e quebra de sigilo de cartas.

Em particular, a investigação do caso começou após uma reclamação de uma empresa, que atua no fornecimento de serviços de Internet, TI e publicidade, para espionar informações confidenciais (base de clientes, vendas, políticas de mercado, senhas importantes etc.), valor comercial centenas de milhares de euros.

Mais especificamente, de acordo com a denúncia, uma pessoa desconhecida obteve acesso ilegal (cracking) à clientela da empresa, resultando em uma perda significativa de receita devido ao vazamento de informações.

As alegações acima foram levadas ao conhecimento do Ministério Público de Atenas e a Diretoria de Ação Penal (DIE) foi condenada a realizar um exame preliminar e a fornecer os dados necessários pelos provedores de serviços de Internet.

Como parte da investigação preliminar, foi realizada uma pesquisa policial e digital on-line dos dados e dados digitais para investigar e esclarecer o caso, o que mostrou que os rastros eletrônicos da pessoa que cometera os atos maliciosos (cracking) correspondiam ao homem de 50 anos. , um ex-funcionário da empresa reclamante.

Nesse contexto, em 13-10-2015 da manhã, foi realizada uma busca no domicílio e no local de trabalho do agressor de 50 anos, durante o qual um laptop foi encontrado e confiscado.

A análise digital in loco dos dados, realizada por oficiais especializados da Diretoria de Processos Cibernéticos (DIE), revelou o envolvimento do homem de 50 anos no caso e identificou os vestígios eletrônicos disputados, de acordo com as informações fornecidas pela investigação. , onde ele trabalha.

O computador confiscado será enviado à Diretoria de Investigações Criminológicas para os testes laboratoriais apropriados.

O arquivo do caso que foi formado será submetido ao Ministério Público de Atenas, de acordo com a execução das ordens, pelo estatuto, enquanto a participação de outras pessoas no caso específico estiver sendo investigada.

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