Pirataria on-line: a história da pirataria antes da Internet

Pirataria on-line: o download e a exibição de filmes ou séries da Internet, embora ilegais, são muito comuns.

Por muitos anos antes do advento da Internet que conhecemos (www), a pirataria sobreviveu mudando constantemente as formas de promoção, por meio de diferentes tecnologias.

Pirataria online: vejamos as tecnologias usadas desde os anos 70:

Xmodem era um protocolo de transferência binária ponto a ponto desenvolvido por Ward Christensen. Em fevereiro de 1978, o CBBS de Ward Christensen se tornou o primeiro sistema de quadro de avisos, ou bbs, abreviado. O BBS teve acesso à Internet por telefone até o início dos anos 90.Em 1979, apareceu Usenet por Tom Truscott e Jim Ellis. Eles eram estudantes da Universidade da Carolina do Norte e da Universidade Duke, respectivamente.

O objetivo principal da Usenet era compartilhar textos através de categorias locais (grupos de notícias da Usenet), mas também era usado para compartilhar arquivos. Ainda hoje, em 2018, os grupos de notícias continuam distribuindo arquivos.

Mas, para entender os tempos de que estamos falando, devemos dizer que em 1980 a velocidade mais alta era de 300 a 9600 bits por segundo. A memória e a velocidade dos processadores eram mínimas. As CPUs a 50 MHz estavam disponíveis para os consumidores no final da década.

Pirataria on-line: no entanto, a pirataria est√° bem encaminhada nos anos 80

o Protocolo Kermit apareceu em 1981 e pode ser usado com telnet ou outros sistemas BBS para transferir arquivos.Pirataria Online

Em outubro de 1985, o Protocolo de transferência de arquivos (FTP). Este protocolo (ainda o usamos hoje) permite baixar e fazer upload de arquivos para servidores.Em agosto de 1988, o Bate-papo com retransmissão na Internet desenvolvido por Jarkko Oikarinen.Os protocolos FTP, IRC e Usenet foram amplamente utilizados nos anos 90. No entanto, também foram desenvolvidas tecnologias de compactação de áudio e vídeo (MP3, AAC e MPEG) que permitiam minimizar o volume do arquivo.

Pirataria Online: Nos anos 90, muita coisa aconteceu.

Em 1990, por exemplo, Michael Sandrof adicionou o protocolo Cliente para cliente no cliente de IRC ircII permitindo a distribui√ß√£o de arquivos atrav√©s do Internet Relay Chat. Em novembro de 1990, foi proposto Rede mundial de computadores de Tim Berners-Lee e Robert Cailliau.[su_note note_color=‚ÄĚ#ebebeb‚ÄĚ text_color=‚ÄĚ#271e45‚Ä≥ radius=‚ÄĚ2‚Ä≥]Embora a internet j√° existisse, ningu√©m pensou em criar um site, muito menos no primeiro navegador. Somente em agosto de 1991, uma equipe de engenheiros do CERN criou a World Wide Web, atrav√©s da qual os documentos digitais podiam ser compartilhados. O in√≠cio do “www” havia acabado de ser feito e, alguns anos depois, muitos tipos de sites e navegadores come√ßaram a se espalhar na internet.[/su_note]

Em junho de 1999, foi criado Napster de Shawn Fanning. O Napster permitiu que seus usuários procurassem o que eles compartilhavam. Ele possuía um servidor central com arquivos que podiam ser indexados, mas muitos dos arquivos compartilhados permaneciam nos sistemas dos usuários que iniciaram a distribuição. Era um tipo ponto a ponto mais antigo.

Nos próximos anos, a tecnologia decolou. Protocolos como esse vieram e foram Kazaa, enquanto o eMule lançado no início de 2000 ainda existe. Milhares de sites foram encerrados devido a problemas legais.

Pirataria online em todos os lugares…

A pirataria de filmes e s√©ries de TV precede a Internet e √© vista como um s√©rio problema para a ind√ļstria desde o tempo das grava√ß√Ķes em v√≠deo das fitas magn√©ticas VHS e do contrabando. No entanto, √© a tecnologia digital e a Internet que permitiram que o fen√īmeno assumisse propor√ß√Ķes explosivas e se tornasse parte da pr√°tica di√°ria de milhares de usu√°rios em todo o mundo.

A facilidade de criar c√≥pias digitais perfeitas e a velocidade de sua distribui√ß√£o em massa entre milhares de n√≥s an√īnimos da Internet, que atuam como condutores abertos para uma constante pesquisa e troca de arquivos em todo o mundo, permitem que pr√°ticas de acesso piratas sejam multiplicadas e multiplicadas. estenda-se a qualquer produto que possa ser digitalizado (de livros e textos, a m√ļsicas e m√ļsicas, fotos, quadrinhos, fotos e desenhos, programas de computador e, √© claro, filmes, programas de TV e jogos digitais).

Muito em breve, essa prática em massa de livre circulação de arquivos era a web coesa para a criação de comunidades on-line com intensa atividade pirata e estava associada a toda uma cultura de legitimidade política e moral.

Cada vez mais usu√°rios, cada vez mais ativamente, reivindicam o direito de livre acesso a produtos e bens culturais, pedindo que sejam comuns a todos, no modelo de outros bens p√ļblicos.

Além disso, muitos usuários reagem à restrição dos direitos de uso equitativo de produtos adquiridos legalmente e defendem seu direito à distribuição gratuita entre membros de uma comunidade ou entre amigos, na forma de presentes e ofertas voluntárias, contra a lógica da comercialização e dos preços. de tudo.

Os princ√≠pios da livre circula√ß√£o de informa√ß√Ķes e da Internet enquadram demandas mais ou menos radicais, que s√£o contr√°rias √†s r√≠gidas pol√≠ticas de prote√ß√£o de direitos autorais e, conseq√ľentemente, aos interesses comerciais associados a ela.Claro, todos est√£o certos, ou pelo menos assim argumentam. . Obviamente, n√£o esperar√≠amos mais nada dos detentores dos direitos autorais ou, melhor dizendo, do setor que os administra.

Em que acreditar? Pessoalmente, acho difícil acreditar em tudo o que é impulsionado pelo dinheiro. Por exemplo, todos vocês sabem o que aconteceu com a nossa AEPI.

Atualizar: O artigo foi atualizado após um comentário muito interessante que recebemos no Facebook de um amigo do iGuRu.gr Qiao Zhi Wei

Década de 1980Copie cassetes com aplicativos / jogos Spectrum para toca-fitas ou com um toca-fitas duplo.

D√©cada de 1990Voc√™ pagou uma assinatura na Alemanha ou na Holanda e eles lhe enviaram um DGB (fita de √°udio digital) com uma capacidade de 5 GB que voc√™ tinha dentro (programas, filmes, jogos, m√ļsicas, bolsas). Era muito melhor do que os gravadores de CD / DVD‚Ķ

Anos 2000Com o amplo uso da Internet, aqueles que copiaram CD e DVD foram renomeados como “hackers”, enquanto inicialmente eram chamados de “copistas”, j√° que muitas pessoas tinham medo de entrar na Internet para n√£o “roubar” …. O pre√ßo dos gravadores de CD / DVD caiu no pre√ßo normal para um √ļnico usu√°rio.Os programas gratuitos circulavam na Internet para c√≥pia (apesar dos esfor√ßos das empresas para evitar a c√≥pia de cidad√£os comuns) (s.s. CloneDVD, CloneCD com o sinal de ovelha). / dvd em centenas, em torres, em bolo e copia generalizada.

2010s:Com o uso do usb e a dissemina√ß√£o do Bluetooth (que por muitos anos ficou inativo), TODOS est√£o copiando TUDO, mesmo que seja “ilegal” com a conhecida desculpa “eu n√£o sabia, eles me deram”. Se o primeiro copiar, milh√Ķes de pessoas o receber√£o automaticamente (veja o que aconteceu com o Livro Verde).

Um amigo do Facebook disse que, na época, a polícia estava visitando empresas de vendas de DVD / CD e solicitando o status daqueles que compraram discos em massa para localizar os copistas.

Agradecemos ao amigo que compartilhou suas mem√≥rias conosco. Consideramos a adi√ß√£o ao artigo muito importante, pois h√° quem n√£o conhe√ßa a hist√≥ria, como come√ßou e como evoluiu um movimento, que ficou frente a frente com todas as organiza√ß√Ķes que tentaram silenciar as informa√ß√Ķes para explor√°-las financeiramente.

Quanto a você, os comentários estão abertos a todos.__________________________FontesLinha do tempo do compartilhamento de arquivosdiadiktiake peirateia