O status global do controle e operação da Internet não muda

Imagem da Internet Como esperado, os EUA, o Reino Unido e o Canad√° se recusaram a aceitar e assinar o novo tratado que estenderia Autoridade da Internet das Na√ß√Ķes Unidas.

Durante a Confer√™ncia Internacional da Organiza√ß√£o Internacional de Telecomunica√ß√Ķes (UIT), que est√° chegando ao fim hoje, a R√ļssia fez propostas para aprovar uma s√©rie de mudan√ßas no controle da Internet. Os russos haviam aliado pa√≠ses com a √Āfrica, <‚Ķ>

√Āsia e Oriente M√©dio, enquanto em algumas de suas propostas e o apoio da China. No outro campo est√£o os Estados Unidos, Canad√°, Europa e Austr√°lia, Canad√°, M√©xico e Nova Zel√Ęndia.

O novo tratado foi assinado por 89 países, enquanto os 55 restantes se opuseram ou se reservaram o direito de negociar com seus governos, incluindo a Grécia.

O colapso das negocia√ß√Ķes come√ßou quando as negocia√ß√Ķes se voltaram para os direitos humanos e o termo foi adicionado aos textos aprovados, onde houve uma rea√ß√£o de pa√≠ses que n√£o se distinguem nessa √°rea, como China e Ir√£.

A completa ruptura e fracasso das negocia√ß√Ķes sobre a renova√ß√£o das leis internacionais de telecomunica√ß√Ķes vieram da sugest√£o do bloco russo, que quer controlar importantes sistemas e infra-estruturas da Internet das Na√ß√Ķes Unidas, como seguran√ßa e gerenciamento, que hoje controlada pela ICANN com sede nos EUA.

Segundo relatos, o bloco americano afirma que as mudan√ßas propostas permitiriam √†s Na√ß√Ķes Unidas e a outros pa√≠ses controlar o conte√ļdo e abrir caminho para uma intensa e sistem√°tica censura por regimes opressivos que desejam controlar as informa√ß√Ķes que fornecem. s√£o publicados.

No momento, parece que o status quo internacional continuar√° (√© claro, cada pa√≠s pode implementar internamente o que quiser), mas devemos observar aqui que, al√©m dos direitos humanos e da liberdade de express√£o, os interesses econ√īmicos est√£o inclu√≠dos na equa√ß√£o. ap√≥s a emiss√£o da tributa√ß√£o de empresas como Google, Microsoft e Yahoo !, atrav√©s do controle do tr√°fego de dados, pelos servi√ßos que prestam em cada pa√≠s.

Os EUA têm muito a perder se aprovarem uma proposta de imposto corporativo para serviços da Web que prestam, como gigantes do espaço como Google Facebook, Twitter e Yahoo! são empresas americanas.

Fonte: e-pcmag.gr