O oligopólio dos editores acadêmicos na era digital

O oligopólio dos editores acadêmicos na era digital

(Republicado com tradu√ß√£o de: PLOS, ‚ÄúO oligop√≥lio dos editores acad√™micos na era digital‚ÄĚ, artigo de pesquisa, Vincent Larivi√®re, Stefanie Haustein, Philippe Mongeon, publicado: 10 de junho de 2015, doi: 10.1371 / journal.pone.0127502)

Oligopólio de editores acadêmicos na era digital

Introdução

Nos √ļltimos 350 anos, desde a publica√ß√£o de trabalhos acad√™micos e cient√≠ficos, estudos, pesquisas etc. em revistas cient√≠ficas “respeit√°veis”, um oligop√≥lio foi criado at√© o momento por algumas editoras (privadas e com fins lucrativos e comerciais) em suas m√£os todas as revistas. Esse oligop√≥lio n√£o tem mais raz√£o de existir, √© um regime desatualizado e desatualizado imposto devido ao h√°bito e aud√°cia acad√™mica em toda a comunidade acad√™mica e cient√≠fica, e quase 100% das publica√ß√Ķes cient√≠ficas s√£o perdidas, ganhando com os esfor√ßos de outras pessoas. um tipo de monop√≥lio mais ou menos semelhante ao que explora os criadores e a cultura de direitos autorais (a chamada ind√ļstria do entretenimento).

Em um artigo anterior, fornecemos algumas informa√ß√Ķes sobre esta situa√ß√£o (consulte “Quase todas as publica√ß√Ķes cient√≠ficas s√£o controladas por apenas seis empresas”, quarta-feira, 22/07/2015, consulte tamb√©m “Acesso aberto ao conhecimento cient√≠fico na Gr√©cia” , Quinta-feira, 17/01/2013).

Um estudo recente de quase todos os trabalhos publicados em todas as revistas cient√≠ficas conhecidas mostra a verdadeira raz√£o, as poss√≠veis causas que criaram o oligop√≥lio e por que ele ainda √© mantido, bem como o lado econ√īmico de toda essa ind√ļstria.

Traduzimos o estudo para o grego e apresentamos, boa leitura:

Download em formato pdf, 15 páginas em inglês

Download em formato pdf, 15 p√°ginas em grego

(Tradução, Performance, Editado por Simos Dalkyriadis, membro do Partido Pirata da Grécia)

Resumo

A consolida√ß√£o do setor de publica√ß√Ķes cient√≠ficas tem sido objeto de muitos debates dentro e fora da comunidade cient√≠fica, principalmente em rela√ß√£o √†s altas margens de lucro das principais editoras. No entanto, ainda n√£o foi analisada a parcela da produ√ß√£o cient√≠fica publicada nos peri√≥dicos de grandes editoras, bem como o seu desenvolvimento atemporal em v√°rios campos.

Este artigo fornece essa an√°lise, com base em 45 milh√Ķes de documentos registrados na Web of Science para o per√≠odo de 1973 a 2013.

A an√°lise mostra que, tanto nas ci√™ncias naturais e m√©dicas (NMS) quanto nas ci√™ncias sociais e humanas (SSH), as editoras Reed-Elsevier, Wiley-Blackwell, Springer e Taylor & Francis, aumentou sua participa√ß√£o na produ√ß√£o de publica√ß√Ķes, principalmente ap√≥s o advento da era digital (meados dos anos 90).

Combinados, os cinco editores mais produtivos representam mais de 50% de todo o trabalho publicado em 2013. As ciências sociais têm a maior concentração (70% do trabalho dos cinco principais editores), enquanto as humanidades têm permanecem relativamente independentes (20% dos cinco principais editores).

Os setores de NMS estão em algum lugar, principalmente devido à força de suas empresas científicas, como ACS em química ou APS em física.

O artigo tamb√©m examina a migra√ß√£o de peri√≥dicos entre pequenas e grandes editoras e investiga o efeito da mudan√ßa de editora no impacto da refer√™ncia / refer√™ncia no trabalho. Conclui com uma discuss√£o sobre a economia das publica√ß√Ķes acad√™micas.

(pesquisa continuada)

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