O Facebook ainda exibe as postagens extremas de Trump

Com a elei√ß√£o presidencial se aproximando nos Estados Unidos, a maior preocupa√ß√£o das empresas de tecnologia √© evitar informa√ß√Ķes erradas. Nesse contexto, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que realizar√° “a maior campanha de informa√ß√£o sobre vota√ß√£o na hist√≥ria americana”.

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Segundo Zuckerberg, o Facebook est√° introduzindo um Centro de Informa√ß√Ķes de Voto, que aparecer√° na parte superior do Feed de not√≠cias e no Instagram e incluir√° informa√ß√Ķes sobre como e quando se pode votar, registro de eleitores, vota√ß√£o por correio e vota√ß√£o antecipada.

“Tamb√©m incluiremos cargos de autoridades eleitorais estaduais e autoridades eleitorais locais verificadas”, disse Zuckerberg.

O Facebook espera que o novo Centro de Informa√ß√Ķes de Vota√ß√£o tenha mais de 160 milh√Ķes de pessoas nos Estados Unidos entre julho e novembro e pretende ajudar 4 milh√Ķes de pessoas a se registrar para votar. Ele tamb√©m continuar√° compartilhando lembretes de elei√ß√Ķes e informa√ß√Ķes sobre vota√ß√£o por correspond√™ncia.

No entanto, tamb√©m ser√° poss√≠vel desativar esse recurso para que aqueles que n√£o desejam n√£o receber essas notifica√ß√Ķes.

No entanto, o Facebook ainda n√£o remove as postagens do presidente Donald Trump, que provocaram fortes protestos p√ļblicos. O CEO da empresa justifica essa decis√£o dizendo que todas as opini√Ķes devem ser ouvidas, mesmo quando n√£o gostamos delas.

No início deste mês, Zuckerberg disse que estava enojado com o post de Trump no Facebook em apoio ao tiroteio dos manifestantes, mas ainda se recusa a tomar qualquer ação contra ele. Ao fornecer a esses comentários uma plataforma, o Facebook os considera aceitáveis, o que causa mais danos do que benefícios. Zuckerberg não admite isso, mas muitos usuários, incluindo funcionários do Facebook, estão protestando fortemente contra sua posição.