O ano do casamento real no facebook

A notĂ­cia comentada nĂŁo poderia ser outra coisa senĂŁo o casamento do prĂ­ncipe William com Kate Middleton

Os nascimentos, mortes e casamentos de 2011 monopolizaram seu interesse britĂąnico no Facebook, com o casamento real chegando de longe como a notĂ­cia mais comentada do ano na pĂĄgina de redes sociais.

De acordo com um post dele BBC, a notĂ­cia do nascimento de “sub. nĂșmero ” 7.000.000.000 de bebĂȘs causou um frenesi no facebook,

como as notĂ­cias mais populares do ano em que estamos passando.

Um grĂĄfico principal da agĂȘncia britĂąnica era um grĂĄfico que permitia aos usuĂĄrios, digitando sua data de nascimento, aprender seu prĂłprio “nĂșmero” entre os sete bilhĂ”es de pessoas restantes, com base na população atual da Terra.

Mas a notícia comentada sobre mais não poderia ser outra coisa que o casamento do príncipe William com o Kate Middleton, com os protestos no país seguindo uma diferença e Kate emergindo como a pessoa mais comentada do ano.

De fato, nas 24 horas que se seguiram ao casamento do ano, aproximadamente 1.000.000 de usuĂĄrios comentou sobre qualquer coisa a ver com o evento.

AlĂ©m disso, a morte do cantor Amy Winehouse, do seu lĂ­der Al Qaeda, Osama Bin Laden, e o coronel Muammar Gaddafi estavam entre as notĂ­cias que apareceram, foram postadas, “compartilhadas” ou receberam o maior nĂșmero de “curtidas” dos usuĂĄrios do site.

No entanto, seu papel Facebook ele não apenas se limitou a comentar sobre eventos que despertaram o interesse dos usuårios, mas, em alguns casos, se alistou para organizar manifestaçÔes de cidadãos, como aconteceu em Grã-Bretanha e para Egito.

De fato, no caso de Protestos britĂąnicos, os dois maiores grupos contaram mais de 600.000 “amigos”, o que levou os analistas a concluir que os usuĂĄrios confiam em sites de redes sociais, como o Facebook e o Twitter, para organizar e enviar sua prĂłpria mensagem aos governos de seus paĂ­ses.

Afinal, o topo da lista com as hashtags mais populares no twitter para 2011ocupou #Egito, referindo-se aos protestos antigovernamentais que começaram em Egito na primavera e levou à queda do presidente do país.

Fonte: http://www.nooz.gr