O acesso gratuito à Internet deve ser considerado um direito humano básico

O acesso gratuito à Internet deve ser considerado um direito humano, pois as pessoas que não conseguem se conectar à Internet Рespecialmente nos países em desenvolvimento Рnão têm como influenciar os atores globais que moldam suas vidas diárias.

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Esta é a conclusão geral de um novo estudo na internet, realizado e publicado pelo Dr. Merten Reglitz, professor da Universidade de Burningham, no Journal of Applied Philosophy.

De acordo com o estudo “O direito humano ao livre acesso √† Internet”, os compromissos dos l√≠deres pol√≠ticos est√£o sendo cada vez mais on-line e, portanto, as liberdades b√°sicas consideradas, como liberdade de express√£o, liberdade de informa√ß√£o e liberdade de express√£o. a liberdade de reuni√£o √© prejudicada se alguns cidad√£os t√™m acesso √† Internet e outros n√£o.

A nova pesquisa revela que a internet pode ser uma ferramenta essencial para proteger outros direitos humanos básicos, como a vida, a liberdade e a prevenção da tortura.

Em um coment√°rio, o Dr. Reglitz afirma:

“Acesso √† internet n√£o √© um luxo, mas, pelo contr√°rio, um direito humano moral e todos deveriam ter acesso desimpedido e sem censura a esse meio global. Devemos fornecido gratuitamente para aqueles que n√£o podem pagar.

Sem essa abordagem, muitas pessoas n√£o t√™m uma maneira substancial de influenciar e responsabilizar legisladores e institui√ß√Ķes supranacionais. Essas pessoas simplesmente n√£o t√™m voz na elabora√ß√£o das regras, precisam obedecer e moldam suas vidas “.

Ele acrescentou que o exerc√≠cio da liberdade de express√£o e a aquisi√ß√£o de informa√ß√Ķes agora dependem do acesso √† Internet. Muitos dos debates pol√≠ticos de hoje ocorreram on-line e muitas informa√ß√Ķes sobre pol√≠tica est√£o sendo compartilhadas na internet.

A pesquisa do Dr. Reglitz oferece √† Internet oportunidades sem precedentes para proteger direitos humanos b√°sicos, como vida, liberdade e integridade f√≠sica. Embora ele reconhe√ßa que a Internet n√£o garante esses direitos, ele cita exemplos de pessoas que ajudaram o governo e as institui√ß√Ķes a levar em considera√ß√£o sua opini√£o. Esses exemplos incluem:

  • A “Primavera √Ārabe” e as novas formas de reportar globalmente sobre atrocidades do governo.
  • Documentar a viol√™ncia policial injustificada contra afro-americanos nos Estados Unidos.
  • A campanha #MeToo que ajudou a “impedir” o ass√©dio sexual de mulheres por homens poderosos.
  • O estudo mostra v√°rias institui√ß√Ķes pol√≠ticas importantes comprometidas em garantir o acesso universal √† Internet para suas popula√ß√Ķes, convencidas de que esse objetivo √© acess√≠vel:

  • O estado indiano de Kerala declarou que o acesso universal √† Internet √© um direito humano e visa fornec√™-lo a 35 milh√Ķes de pessoas at√© 2019.
  • A Uni√£o Europeia lan√ßou a iniciativa WiFi4EU para fornecer “todos os centros p√ļblicos de todas as vilas e cidades da Europa com acesso gratuito √† Internet sem fio at√© 2020”.
  • O acesso global dos pa√≠ses em desenvolvimento √† Internet faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustent√°vel da ONU (Desenvolvimento Sustent√°vel das Na√ß√Ķes Unidas).
  • Muitas pessoas nas partes mais pobres do mundo ainda n√£o t√™m acesso √† internet, mas seus n√ļmeros est√£o diminuindo √† medida que a tecnologia se torna mais barata. No entanto, a expans√£o da internet desacelerou nos √ļltimos anos, sugerindo que o acesso universal n√£o acontecer√° sem uma promo√ß√£o deliberada.

    O estudo acrescenta que o direito humano ao acesso √† Internet √© semelhante ao direito global √† sa√ļde. Mas muitos estados s√£o pobres demais para fornecer esses servi√ßos. Em vez disso, eles s√£o chamados principalmente a fornecer servi√ßos m√©dicos b√°sicos e a trabalhar para oferecer assist√™ncia m√©dica da mais alta qualidade. Esses estados devem primeiro oferecer locais p√ļblicos com acesso √† Internet e desenvolver infraestrutura de informa√ß√Ķes (como telefonia) que aumentar√° o acesso.

    Internet

    Nós da SecNews somos coautores do estudo. Sua tendência na internet é ofuscar a televisão e a mídia impressa, pelo menos em termos de notícias e eventos políticos.

    A internet √© um meio de comunica√ß√£o mais r√°pido, direto e muito maior do que qualquer outro canal de televis√£o internacional. Pode traduzir diretamente todas as mensagens e eventos pol√≠ticos e, al√©m disso, dificilmente pode ser refreado. Nos pr√≥ximos anos, est√° planejado se tornar o principal meio de comunica√ß√£o e transfer√™ncia de informa√ß√Ķes.

    Embora tenha muitos pontos negros, como notícias falsas, tenha certeza de que em alguns anos dominará sua vida. Portanto, acreditamos que sim, deve ser descrito como um dos direitos humanos fundamentais. Deve haver cuidado para o acesso livre e aberto por todos.