Nos EUA, eles imprimem a pĂ­lula Spritam

Aprovado por Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) a disponibilidade comercial da primeira impressora de comprimidos impressa em 3D da empresa Aprecia PharmaceuticalsSegundo a empresa, a pílula Spritam, graças a seus sucessivos revestimentos porosos, pode ser dissolvida na boca muito mais facilmente do que outras pílulas.

Nos EUA, eles imprimem a pĂ­lula SpritamNos EUA, eles imprimem a pĂ­lula Spritam

Segundo a empresa, a pílula Spritam, graças a seus sucessivos revestimentos porosos, pode ser dissolvida na boca com muito mais facilidade do que outras pílulas da mesma substùncia ativa (levetiracetam), ao mesmo tempo em que contém mais levetiracetam de uma pílula convencional do mesmo tamanho.

A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA aprovou o lançamento da primeira pĂ­lula produzida em trĂȘs tamanhos. Graças Ă  sua textura porosa, a pĂ­lula Ă© imediatamente dissolvida na boca com um gole de ĂĄgua.

A empresa Aprecia Pharmaceuticals, com sede em Ohio, anunciou que a pílula Spritam foi aprovada para o tratamento da epilepsia em crianças e adultos.

A Aprecia garantiu direitos exclusivos Ă  tecnologia ZipDose desenvolvida no MIT e permite a impressĂŁo de comprimidos a partir de camadas sucessivas da substĂąncia ativa levetiracetam.

AlĂ©m de se dissolver imediatamente na boca, a nova pĂ­lula contĂ©m mais substĂąncia ativa do que uma pĂ­lula convencional do mesmo tamanho – atĂ© um grama.

Segundo a empresa, a pĂ­lula porosa Ă© ideal para idosos e crianças que tĂȘm dificuldade em engolir, enquanto a alta dose reduz o nĂșmero de pĂ­lulas que os pacientes devem tomar diariamente.

Seguindo a luz verde do FDA, a Aprecia planeja usar o ZipDose em outros produtos tambĂ©m. O Spritam, que deve chegar ao mercado em 2016, “Ă© o primeiro de uma sĂ©rie de produtos para o sistema nervoso central que pretendemos apresentar”, disse a empresa.

Em um futuro distante, a tecnologia de impressão 3D poderå permitir a produção de comprimidos adaptados às necessidades específicas de cada paciente.

Fonte: www.in.gr