Linha: Empresa japonesa instala criptomoeda em seu aplicativo

O lançamento do Libra, plano do Facebook, provocou polĂȘmica. As empresas inspiradas nisso tambĂ©m criam a opção de transaçÔes de criptomoeda em seus aplicativos. Uma delas Ă© a empresa japonesa de mensagens Line Line.

Como mencionado, esse recurso serå chamado BitMax. Isso permitirå que 80 milhÔes de usuårios no Japão gerenciem criptomoedas, como Bitcoin e Link, que é a moeda da Line.

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Mas o fato Ă© que a Line nĂŁo estĂĄ fazendo a primeira tentativa de introduzir criptomoeda no JapĂŁo. Outras aplicaçÔes que tentaram, em algum momento de sua evolução, foram naufragadas, juntando o dinheiro de seus clientes. O caso mais recente diz respeito Ă  Coincheck, dos quais US $ 530 milhĂ”es foram roubados e a RĂșssia parece ser responsĂĄvel.

O próximo passo do Japão foi regular como a criptomoeda opera no país. Quando as medidas necessårias foram tomadas, a Autoridade de Serviços Financeiros do Japão (FSA) aprovou a introdução de criptomoeda no país.

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Muito em breve, no entanto, houve casos de lavagem de dinheiro (via criptomoeda) de atividades ilegais. Esse movimento continuou no final do ano. De fato, nos Ășltimos trĂȘs meses de 2018, os reguladores financeiros receberam mais de 1.000 casos relacionados a criptomoedas, por um total de 7.096 anos.

Em abril, a AgĂȘncia de Serviços Financeiros da FSA teve que lidar com duas trocas de criptomoedas aplicando regras contra a lavagem de dinheiro.

A Line Corp parece realmente interessada neste novo empreendimento e estĂĄ fazendo todos os esforços para instalĂĄ-lo no mercado japonĂȘs. Se esses esforços realmente se basearem em motivação genuĂ­na, eles terĂŁo que convencer o pĂșblico reconhecidamente difĂ­cil do paĂ­s e recuperar sua confiança. Especialmente com seu passado bem conhecido na criptomoeda.