Hackers atingem contas da BBC no Twitter

tromaktiko As contas do Twitter da BBC, incluindo as relacionadas ao clima e √†s quest√Ķes √°rabes, foram atacadas por um grupo de hackers que se autodenomina” Ex√©rcito Eletr√īnico da S√≠ria “.

Uma série de tweets falsos sobre o clima nos países do Oriente Médio apareceu na quinta-feira à tarde.

Além disso, na mesma época, os funcionários foram informados <…>

sobre o envio de um email de “phishing” enviado para as contas da BBC – embora ainda n√£o tenha sido esclarecido se os dois incidentes est√£o relacionados. O email continha um link no qual, se o usu√°rio clicou, os detalhes e as senhas da conta foram revelados.

Segundo a BBC, a situa√ß√£o foi controlada e o “material inapropriado” foi exclu√≠do.

O caso mais √≥bvio foi o da conta da BBC no momento, que tem 60.000 seguidores. Al√©m dos tweets “normais”, eles pareciam mais espec√≠ficos, como “Esta√ß√£o meteorol√≥gica saudita desativada devido a uma colis√£o de camelos” ou “previs√Ķes ca√≥ticas do tempo no L√≠bano, quando o governo decidiu se afastar da gal√°xia”.

O grupo de hackers que assumiu a responsabilidade se tornou conhecido por divulgar mensagens a favor do presidente sírio Bashar al-Assad, e outros feeds afetados pelo Twitter foram o árabe e a Rádio Ulster.

Esse é outro caso de ataques a contas importantes: na etapa anterior, ocorreram incidentes semelhantes com o Burger King e a Chrysler. Muitos especialistas da área estão pedindo ao Twitter para aumentar suas medidas de segurança.

Ao mesmo tempo, de acordo com uma an√°lise de Abu Sa’id al-Amili, um ide√≥logo jihadista online, as m√≠dias sociais est√£o lentamente levando √† morte de sites onde terroristas e extremistas em geral se reuniram e discutiram, chocando id√©ias jihadistas online. O te√≥rico isl√Ęmico da “guerra santa” diz que muitos optam por n√£o se encontrar em f√≥runs protegidos, onde discuss√Ķes relevantes ocorreram, pois est√£o sendo substitu√≠das pelo Twitter e pelo Facebook. Os servi√ßos de combate ao terrorismo fizeram e continuam a envidar esfor√ßos para se infiltrar nesses sites, que tamb√©m s√£o alvo de ataques de hackers. Segundo al-Amili, esses esfor√ßos afastaram as pessoas dos f√≥runs, enquanto muitos analistas preferem o Facebook e o Twitter, mas √© mais f√°cil expor e identific√°-los do que sites “protegidos”.

Al-Amili est√° pedindo aos extremistas que retornem √†s ferramentas mais “seguras”. No entanto, de acordo com um relat√≥rio da Wired, o motivo do fen√īmeno pode ser diferente: muitos dos ausentes podem estar em zonas de guerra ou podem ter sido mortos.

Fonte: tro-ma-ktiko.blogspot.gr