Google Guard – Conheça a princesa guerreira cibernética

GoogleNos contos de fadas até agora sabíamos que a princesa é quem normalmente precisa de proteção. Você ficará surpreso ao saber que em sua sede Google lá no remoto Vale do Silício, a princesa é quem assumiu a defesa do “castelo”.

Parisa Tabriz, de apenas 31 anos, conseguiu vencer, provavelmente o título mais lisonjeiro em engenharia – “Google Security Princess”.

A responsabilidade dela? Penetrar no navegador da web mais popular do mundo e identificar vulnerabilidades antes que os “blackhats” o alcancem.

Mas para neutralizar os intrusos do Google, Tabriz deve primeiro pensar como eles.

Nesta épica “batalha” no ciberespaço, os dados de um bilhão de usuários do Chrome estão pendentes na balança e o lutador Parisa não vai se comprometer com nada menos.

“Quando comecei a trabalhar, meu cargo era ‘Engenheiro de Segurança da Informação’ e achei um pouco chato e inútil”, diz Tabriz.

“Foi por isso que mudei para ‘Security Princess’, que é mais cativante.”

Se você der uma olhada na formação da equipe de segurança do Google, verá que as mulheres são bastante raras. Tabriz admite que há um claro desequilíbrio racial no Vale do Silício, mas desta vez todos estão atordoados.

“O Google depende de usuários que confiam em seus dados; se não pudermos protegê-los, não teremos mais negócios”.

O cibercrime já percorreu um longo caminho na última década. Mas a maior preocupação de Tabriz são aqueles que detectam bugs no software do Google e vendem as informações a governos ou criminosos.

Para resolver esse problema, a empresa criou o ‘Programa de Recompensas para Vulnerabilidades’, que recompensa de US $ 100 a US $ 20.000, quem detectar defeitos.