Google e o anel de segurança criptografado

√Č oficial: o Google n√£o gosta de senhas.

Com o ritmo de nossas vidas e tecnologias on-line, proteger nossas informa√ß√Ķes privadas √© uma tarefa cada vez mais dif√≠cil. Conforme discutido no m√™s passado, 2012 pode ser descrito como o ano em que a senha foi recolhida, com todos esses c√≥digos vazando de sites de alto tr√°fego. Muitas empresas deram instru√ß√Ķes claras a seus funcion√°rios para usar c√≥digos com 8 a 10 caracteres, relata a McAfee.

Anel

O Google acredita que já está no caminho de uma nova solução. Seus técnicos descrevem uma variedade de maneiras alternativas de se conectar a sites, e muitas de suas idéias que já estão funcionando giram em torno da autenticação de dois fatores.

A autenticação de dois fatores exigirá que o usuário forneça dois dos três identificadores resumidos nas seguintes frases: Algo que eu sei, Algo que tenho e Algo sobre mim.

1 Algo que eu sei: √Č algo que vamos lembrar, como um PIN, uma senha ou o som que usamos em nosso telefone celular.

2) Algo que tenho: √Č um objeto natural que podemos ter conosco, como um cart√£o ATM, um chaveiro ou um dispositivo USB.

3) Algo sobre mim: √Č uma parte de n√≥s mesmos, como nossa impress√£o digital ou o padr√£o de nossa √≠ris.

O Google já implementou a autenticação de dois fatores conectando os celulares dos usuários às suas contas, o que significa que, se alguém tentar acessar uma conta estrangeira do Gmail, também deverá ter O telefone celular do proprietário, no entanto, mesmo com esses dois obstáculos, os hackers ainda são bem-sucedidos em quebrar o sistema e obter acesso.

Em resposta, o Google est√° experimentando maneiras alternativas de eliminar completamente senhas e est√° se movendo na dire√ß√£o certa “.Algo que eu tenho“. Uma sugest√£o inclui dispositivos USB ou at√© an√©is criptografados que, com um toque no computador, dariam acesso a toda uma gama de contas.

Esse dispositivo ajudaria muitas pessoas a dormir à noite, mas elas também precisam de experimentação ao longo do tempo. A boa notícia é que o Google parece levar isso muito a sério.