Ericsson, neurociência para melhorar a marca

A Ericsson aplicou a neuroci√™ncia para analisar as rea√ß√Ķes do usu√°rio enquanto usava o smartphone. De fato, h√° uma s√©rie de rea√ß√Ķes neurol√≥gicas e inconscientes que podem ser analisadas para determinar como um usu√°rio reage a um determinado est√≠mulo. Quer√≠amos mostrar que essas vari√°veis ‚Äč‚Äčpodem alterar fortemente, de maneira positiva ou negativa, o tipo de abordagem do consumidor em rela√ß√£o a uma marca.

Ericsson 1

No caso de smartphones, os fatores determinantes determinados est√£o relacionados √† conex√£o e velocidade de resposta do terminal a uma entrada. As detec√ß√Ķes foram poss√≠veis gra√ßas ao A plataforma Neurometric da Ericsson consiste em um eletroencefalograma sem fio, tecnologias de rastreamento de campo visual e medi√ß√£o da freq√ľ√™ncia card√≠aca. A combina√ß√£o dessas tecnologias permitiu a coleta de mais de 2 milh√Ķes e meio de dados a qualquer momento do uso pelo usu√°rio.

O teste tamb√©m viu a participa√ß√£o de Vodafone Alemanha. A operadora decidiu usar a tecnologia Ericsson e aplicou a neuroci√™ncia para otimizar sua rede. Dessa forma, ser√° poss√≠vel obter a percep√ß√£o exata da marca pelo cliente. As indica√ß√Ķes recebidas podem e devem ser usadas para melhorar a oferta. De fato, um usu√°rio que experimenta atrasos e longos tempos de carregamento √© um usu√°rio insatisfeito.

Os testes realizados consistiram em uma s√©rie de opera√ß√Ķes simples com um smartphone. A√ß√Ķes di√°rias como tirar uma selfie, assistir a um v√≠deo e navegar on-line foram recriadas em um ambiente controlado. Todos esses testes, no entanto, foram, sem o conhecimento do usu√°rio, ajustado para que haja algum tipo de atraso entre a entrada e a execu√ß√£o real. Dependendo do n√≠vel de atraso, foi obtida uma resposta emocional diferente do usu√°rio.

perda de interesse

Os resultados da pesquisa falam claramente, um √ļnico segundo de atraso √© capaz de causar estresse ao usu√°rio. Dois segundos de atraso resultam em uma perda de interesse na a√ß√£o que est√° sendo executada. Os “millennials”, usu√°rios nascidos entre o final do s√©culo passado e o in√≠cio dos anos 2000, os usu√°rios s√£o menos tolerantes a atrasos e, portanto, mais sujeitos ao estresse tecnol√≥gico.

Dado na mão, será possível aumentar a percepção do usuário, analisando quais são os limites de espera enquanto executa uma ação. Portanto, esses aspectos não essenciais podem ser omitidos focar apenas aqueles considerados verdadeiramente importantes. Dessa forma, será possível aumentar a fidelidade do cliente e, sobretudo, adquirir novos, oferecendo o que o consumidor deseja.