Baterias menores para grandes aplicaçÔes

Laptops menores e carros elétricos menores

TrĂȘs equipes de pesquisa independentes anunciaram descobertas significativas que podem revolucionar as baterias de lĂ­tio recarregĂĄveis ​​amplamente usadas.

Uma nova substĂąncia polimĂ©rica, na forma de um gel (“gel”), substitui o eletrĂłlito lĂ­quido volĂĄtil e perigoso usado atualmente na maioria das baterias desse tipo, permitindo a criação de novas baterias com tamanho menor,

maior potĂȘncia, menor custo (10% a 20%) e proporcionarĂĄ maior segurança ao usuĂĄrio (o risco de a bateria pegar fogo devido ao superaquecimento serĂĄ muito menor).

Pesquisadores da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, liderados pelo professor Ian Ward, de acordo com a BBC, esperam que, entre outras coisas, sua descoberta, quando encontrarem aplicaçÔes em produtos comerciais, leve a laptops menores e mais eficientes do que vista energética carros elétricos.

VĂĄrias empresas de computadores tentaram resolver o problema das baterias. Por exemplo, a Apple usa um eletrĂłlito de polĂ­mero sĂłlido, mas Ă  custa de reduzir a eficiĂȘncia energĂ©tica de seus computadores. Nos setores automotivo e de veĂ­culos elĂ©tricos, as empresas estĂŁo investindo em caixas de aço para aumentar a segurança de suas baterias, principalmente ao carregĂĄ-las, ao mesmo tempo em que aumentam seus circuitos de seguros e eletrĂŽnicos, mas aumentam o tamanho de suas baterias. baterias, bem como o seu custo.

As novas baterias com eletrólito em gel funcionam como as baterias com eletrólito líquido, mas evitam o superaquecimento. O segredo estå na mistura de uma borracha semelhante a polímero com um eletrólito líquido condutor em uma fina película de gel flexível colocada entre os eletrodos da bateria. O polímero parece sólido, mas na verdade contém cerca de 70% de eletrólito líquido.

Em um desenvolvimento relacionado de baterias de Ă­on-lĂ­tio, pesquisadores do LaboratĂłrio Nacional Oak Ritz do Departamento de Energia dos EUA, que publicou o artigo na revista Advanced Materials, descobriram que o diĂłxido de titĂąnio cria um novo material que aumenta a superfĂ­cie das baterias, facilita o carregamento, melhora sua potĂȘncia e segurança.

Os pesquisadores disseram que, em comparação com as baterias de lítio atuais, são alcançadas melhorias impressionantes no tempo e na capacidade de carga, possibilitando carregar 50% da bateria em apenas seis minutos, quando apenas 10 foram carregadas no mesmo ano. % de uma bateria convencional de íons de lítio, à base de grafite.

Baterias inovadoras são consideradas adequadas para carros híbridos e elétricos. Mas são necessårios mais estudos para convencer os cientistas de que o novo material (que não é potencialmente caro) pode realmente ser usado em escala industrial.

Finalmente, um terceiro desenvolvimento para baterias de Ă­on-lĂ­tio Ă© a descoberta de um novo material a partir de algas marinhas marrons, que pode ser usado em eletrodos de bateria, aumentando sua capacidade e potĂȘncia e eliminando a necessidade de usar substĂąncias tĂłxicas. durante a produção das baterias atuais baseadas em toner.

A descoberta, feita na revista Science, foi conduzida por pesquisadores da Georgia Tech (Instituto Americano de Tecnologia AgrĂ­cola) e Clemson, financiados pela NASA e pela indĂșstria automotiva Honda. O novo material pode levar a baterias de lĂ­tio mais baratas, mais poderosas, mais ecolĂłgicas e mais duradouras.

Fonte: cretalive.gr