Aumentar a vigil√Ęncia cibern√©tica internacionalmente

tromaktiko O relatório anual da empresa americana de segurança cibernética Symantec revela que ela existia aumento significativo de 42% em ataques online durante 2012, em comparação com 2011.

Com o objetivo de espionar propriedade intelectual e dados confidenciais, ataques direcionados à espionagem cibernética visavam principalmente o setor de construção, bem como pequenas empresas. <…>

no ano passado, atingiu 31% de todos os ataques. Mas os consumidores tamb√©m s√£o vulner√°veis ‚Äč‚Äča ataques, mesmo em dispositivos m√≥veis, especialmente aqueles que usam a plataforma Android.

Mais especificamente, os ataques aumentaram ao m√°ximo entre empresas com menos de 250 funcion√°rios. Segundo o relat√≥rio, enquanto as pequenas empresas podem acreditar que s√£o invulner√°veis ‚Äč‚Äča ataques direcionados, os cibercriminosos s√£o atra√≠dos pelas informa√ß√Ķes em suas contas banc√°rias, pelas informa√ß√Ķes de seus clientes e pela propriedade intelectual que possuem. Os atacantes se infiltram em pequenas empresas, porque geralmente n√£o possuem pr√°ticas de seguran√ßa adequadas.

Ataques baseados na Web aumentaram 30% em 2012, muitos dos quais vieram de sites infectados de pequenas empresas. Esses sites foram usados ‚Äč‚Äčap√≥s os “hackers” para outros ataques cibern√©ticos em massa.

Os atacantes transferiram, em 2012, seu interesse do setor p√ļblico e ag√™ncias governamentais para ind√ļstria de constru√ß√£o, que esteve no topo dos ataques cibern√©ticos. A Symantec acredita que os cibercriminosos consideram empreiteiros e subcontratados vulner√°veis ‚Äč‚Äča ataques, enquanto os consideram em sua posse dados valiosos sobre propriedade intelectual.

No ano passado, malware em dispositivos port√°teis aumentaram significativamente em 58%, enquanto 32% do total de amea√ßas port√°teis em quest√£o tenta espionar informa√ß√Ķes, como endere√ßos de email e n√ļmeros de telefone. O Android, embora menos vulner√°vel, recebeu mais amea√ßas do que qualquer outro sistema operacional m√≥vel. Sua grande participa√ß√£o no mercado, plataforma aberta e v√°rios m√©todos de distribui√ß√£o, de acordo com a Symantec, facilitam a dissemina√ß√£o de aplicativos maliciosos.

Al√©m disso, o 61% dos sites maliciosos s√£o na verdade sites leg√≠timos infectados com c√≥digo malicioso. Outra fonte de infec√ß√Ķes crescentes √© a m√° publicidade, onde os cibercriminosos compram espa√ßo publicit√°rio em sites leg√≠timos e o usam para ocultar programas maliciosos.

A situação na Grécia

Em 2012, a Gr√©cia subiu seis posi√ß√Ķes no ranking global global de amea√ßas cibern√©ticas da Symantec. alcan√ßando o 41¬ļ lugar, enquanto em 2011 ficou em 47¬ļ lugar.

Mais especificamente, a Gr√©cia subiu cinco posi√ß√Ķes no n√≠vel global de e-mail de spam e agora est√° em 29¬ļ lugar, enquanto a atividade de c√≥digos maliciosos diminuiu oito pontos e ficou em 2012 em 54¬ļ lugar no ranking mundial.

A atividade de phishing malicioso tamb√©m diminuiu, onde a Gr√©cia est√° agora classificada em 59¬ļ no mundo (uma queda de dois pontos desde 2011), bem como na categoria de bots, onde a Gr√©cia ocupa o 35¬ļ lugar, queda de seis pontos em rela√ß√£o ao ano passado.

Fonte: tro-ma-ktiko.blogspot.gr