Ataques de spam: 60% são provenientes dos EUA, Rússia e Ucrânia

Spam Os pesquisadores Data61 da CSIRO fizeram algumas pesquisas e descobriram que 60% das atividades de spam de 2007 a 2017 começaram em três países, EUA, Rússia e Ucrânia.

O relatório deles, FinalBlacklist [PDF], inclui 51,6 milhões de relatórios de atividades maliciosas e 662.000 endereços IP exclusivos em todo o mundo.

Os pesquisadores do Data61 preferiram fazer acusações com as atividades maliciosas que examinaram. Para esse fim, eles usaram técnicas de aprendizado mecânico. Por fim, eles criaram 6 categorias: malware, phishing, explorações, programas potencialmente indesejados, serviços fraudulentos e spam.

Dali Kaafar, chefe da pesquisa da CSIRO Data61, e Optus Macquarie, pesquisador da Cyber ​​Security Hub University, disseram que a pesquisa foi o primeiro relatório publicado desse tipo.

“Percebemos que não havia dados abertos e disponíveis ao público que nos ajudassem a entender as tendências e padrões associados a esses ataques cibernéticos que ocorrem diariamente”, disse Kaafar.

Ele explicou que existem vários relatórios “aqui e ali”, provenientes de empresas privadas, mas até agora, não havia dados que pesquisadores, responsáveis ​​pela criação de políticas de proteção ou cientistas de dados pudessem usar. Como resultado, muitas perguntas permanecem sem resposta.

Os pesquisadores queriam descobrir e entender as ameaças ao ciberespaço hoje e como elas afetam os usuários em todo o mundo. Por esse motivo, eles projetaram sua própria metodologia e plataforma para coletar os dados necessários.

“As atividades maliciosas têm aumentado na última década”, disse ele. O número de relatórios de incidentes de violações e ataques diários aumentou significativamente. Para ser mais preciso, pode haver um milhão de relatórios em um dia.

Quanto aos ataques de phishing, eles se tornaram comuns após 2009, quando a maioria dos smartphones começou a aparecer. Em 2017, 30% dos ataques foram phishing.

Os pesquisadores acreditam que o relatório avançará na pesquisa, mas também ajudará a prever ameaças futuras.