As baterias à base de silício prometem quatro vezes mais autonomia que as convencionais

Bateria vazia

Uma equipe de cientistas noruegueses especializada em nanotecnologia desenvolveu um método para fabricar baterias híbridas baseadas em silício autônomo até quatro vezes maior que os íons de lítio que usamos hoje.

A bateria de um smartphone é provavelmente um dos maiores critérios na escolha de um dispositivo, enquanto a maioria tem autonomia de um dia, causando preocupação aos usuários. Note-se que a capacidade da bateria aumenta, mas não na taxa desejada por muitos consumidores. Mas isso parece estar mudando, pois uma equipe de cientistas em nanotecnologia da Noruega desenvolveu um método que visa trocar as baterias a partir de agora.

A equipe de cientistas afirma que em breve iniciará os testes de fábrica das baterias híbridas de silício, que mostram um problema que precisa ser resolvido. Ao usar a bateria, o silicone aumenta até 400%, resultando em alterações mais rápidas do que as baseadas em grafite.

Por esse motivo, os cientistas criaram uma combinação de silício e grafite para produzir baterias muito mais autônomas sem comprometer seus materiais, o que pode se aplicar a qualquer dispositivo e veículo que possua baterias recarregáveis.

A empresa Kjeller Innovation começou a trabalhar com cientistas noruegueses no projeto de baterias híbridas chamado Silicon X, enquanto eles discutiam com parceiros os testes de fábrica das baterias. Deve-se notar que esta empresa não é a única a tentar alterar o formato das baterias que usamos e, se essa mudança continuar para a produção em massa, os dispositivos que usaremos mudarão completamente.

Fonte