Após os coquetéis molotov e hackers em Charlie Hebdo

Um time Hackers turcos assumiu a responsabilidade pelo ataque no site do jornal satĂ­rico francĂȘs Charlie Hebdo, cujos escritĂłrios em Paris foram destruĂ­dos por ataque incendiĂĄrio na quarta-feira, de acordo com nouvelobs.com.

O grupo de hackers, pelo nome Akincilar (Akincilar) descreveu o movimento como “uma batalha contra uma versĂŁo que vai contra suas crenças e princĂ­pios morais”.

Os escritĂłrios de Charlie Hebdo foram destruĂ­dos por um incĂȘndio causado por um incĂȘndio que explodiu em uma pĂĄgina especial dedicada Ă s eleiçÔes na TunĂ­sia.<
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e a imposição da lei islùmica na Líbia, disseram fontes policiais, referindo-se a um ataque de coquetel molotov.

O ataque, que aconteceu Ă s 02:00 (03:00, horĂĄrio da GrĂ©cia) de ontem, foi o dia em que o jornal publicou sua edição especial para “comemorar” a vitĂłria dos islĂąmicos na TunĂ­sia, que afirmou que “Mohammed” estava no comando. publicar uma caricatura dele com o texto “100 chicotadas, se vocĂȘ nĂŁo morrer de rir” e renomear temporariamente a edição para Charia Hebdo, em uma referĂȘncia Ă  lei islĂąmica.

O site do jornal tambĂ©m foi atacado “do exterior”, segundo o diretor executivo. Eric Torso. A primeira pĂĄgina do site foi substituĂ­da por uma foto da Grande Mesquita de Meca e a mensagem, em inglĂȘs, “Nenhum deus alĂ©m de AlĂĄ” (“NĂŁo existe Deus senĂŁo AlĂĄ”).

Na quinta-feira, o site de Charlie Hebdo nĂŁo estava disponĂ­vel, pois a empresa que o administra, a Bluevision, com sede na BĂ©lgica, o fechou apĂłs “receber ameaças”, segundo o jornalista e webmaster. Manto Valerie.

Manto tambĂ©m apontou que a pĂĄgina no Facebook O jornal nĂŁo aceita comentĂĄrios externos, pois jĂĄ foi preenchido com milhares de mensagens, muitas vezes extremas, em francĂȘs e ĂĄrabe, de muçulmanos que expressam sua indignação na primeira pĂĄgina do jornal.

Fonte: nooz.gr