1 ano da Xiaomi na Itália: a revolução na relação qualidade / preço rompeu

Exatamente há 1 ano, a Xiaomi pousou oficialmente na Itália. A empresa chinesa impactou frontalmente nosso mercado, conseguindo rapidamente ganhar participação de mercado. Exatamente como visto em casa, a estratégia estava focada na relação qualidade / preço de smartphones, uma escolha que, em alguns segmentos, literalmente quebrou todos os saldos. O exemplo mais recente, em ordem cronológica, é certamente representado pelo Redmi Note 7, agora um ponto de referência abaixo de 200 euros.

A Xiaomi n√£o fez nada al√©m de seguir uma tend√™ncia que est√° gradualmente se enraizando globalmente: a queda nas vendas de dispositivos topo de gama a favor de smartphones m√©dios e low-end. Isso se deve ao acentuado aprimoramento t√©cnico que afetou proporcionalmente todos os segmentos do mercado. Hoje, um produto de 300 euros √©, em m√©dia, mais alto do que o proposto pelo mesmo pre√ßo h√° 2 ou 3 anos, todos com as devidas exce√ß√Ķes.

Al√©m disso, essa estrat√©gia de valor pelo dinheiro foi usada pela Xiaomi para todo o ecossistema de dispositivos tamb√©m proposto na It√°lia. Desse ponto de vista, as l√Ęmpadas inteligentes Mi Mi incorporam perfeitamente a filosofia da empresa chinesa: s√£o oferecidas, na vers√£o colorida, a 1/3 do pre√ßo do Philips Hue, sem, no entanto, a necessidade de um hub para opera√ß√£o, com boa qualidade de ilumina√ß√£o e compatibilidade multiplataforma.

Em tudo isso, um papel fundamental continua a ser desempenhado pela comunidade. Apesar dos enormes investimentos para o desembarque na Europa, é praticamente impossível notar outdoors da Xiaomi espalhados pelas cidades, mas o mesmo vale para comerciais de TV. A empresa chinesa decidiu cientificamente direcionar seus investimentos para os usuários, com eventos e campanhas sociais direcionados aos recursos mais destacados dos smartphones, e não ao envolvimento de depoimentos. E ainda estamos no começo.

De fato, como confirmado v√°rias vezes pela mesma empresa, o objetivo √© trazer todos os dispositivos do cat√°logo chin√™s para a Europa. Na falta do recurso, por exemplo, televisores, eletrodom√©sticos grandes, computadores, mas tamb√©m toda uma s√©rie de gadgets inteligentes. Al√©m disso, com a aquisi√ß√£o de uma infinidade de startups, a Xiaomi est√° em casa em praticamente qualquer setor de eletr√īnicos de consumo. Um modelo que parece querer replicar tamb√©m em nossa √°rea.

Al√©m disso, durante o ano fiscal de 2018, a Xiaomi registrou um aumento de 52,6% no volume de neg√≥cios em compara√ß√£o com o ano anterior, totalizando 174,9 bilh√Ķes de yuans (cerca de 26,1 bilh√Ķes de d√≥lares). O fabricante de Shenzhen se beneficiou da expans√£o internacional (fora da China), com as receitas relativas que representava 40% da receita total com 70 bilh√Ķes de yuans (10,4 bilh√Ķes de d√≥lares), 118,1% a mais que em 2017.

De acordo com o √ļltimo relat√≥rio feito por Canalys, a empresa chinesa registrou um crescimento geral de 415,1 pontos percentuais em 2018 na Europa Ocidental. N√ļmeros que, √© claro, devem ser contextualizados, pois foi o primeiro ano em que houve a presen√ßa oficial da Xiaomi em muitos pa√≠ses nesta √°rea. A sensa√ß√£o, no entanto, √© que existem todas as condi√ß√Ķes para um maior crescimento. Vamos ver quais ser√£o os dados de 2019.